sábado, 5 de março de 2011

Paulo Cezar Barros - O PC


                         
O baixista que gravou todas estas canções:

Ana Carolina – Quem de nós dois. OBS: Única gravação que o Pc fez com baixo de 5 cordas.
Amelinha – Mulher nova, bonita e carinhosa
Angela RoRô – Amor, meu grande amor
Belchior – Um rapaz latino americano
Balão Mágico – Super fantástico
Cassiano – A Lua e eu
Erasmo Carlos – Festa de arromba
Elba Ramalho – Banho de cheiro
Fábio Júnior – Pai
Gal Costa – Festa do interior
Gilberto Gil – Esotérico
Ivan Lins – Eu Sabia
Lincon Olivette – Eva

Maria Bethânia –Brincar de viver
Marina Lima – Nosso estranho amor
Roberto Carlos – Detalhes – Quero que vá tudo pro inferno
Raul Seixas – Ouro de tolo--Eu sou a Mosca
Sidney Magal – Se te agarro com outro, te mato
Tim Maia – Me dê motivo do cd Soul Tim
Wanderléa – Pare o casamento
Wando – Moça
Zizi Possi – Asa Morena
Todos esses sucessos têm algo em comum, o baixo de Paulo Cezar Barros, o PC

As geniais e bem timbradas linhas deste carioca fazem a trilha da história do baixo elétrico brasileiro ao lado de artistas das mais variadas vertentes. Além de ser o baixista, ele era vocal solo da banda Renato e seus Blue Caps, uma das mais famosas da Jovem Guarda, e a muitos anos grava a maioria das trilhas da Rede Globo,como as vinhetas da novela Ti-ti-ti.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Os Baixistas que começaram a história do baixo elétrico no Brasil.

Abri este blog para homenagear os grandes baixistas brasileiros que começaram a história do baixo elétrico no Brasil. É uma justiça a ser feita como um agradecimento aos homens corajosos que doaram seus conhecimentos acumulados a custas de horas, dias, meses e anos de suas vidas para nos mostrar pronta e lapidada a arte de tocar o baixo elétrico no Brasil.
Vamos conhecer melhor qual foram os primeiros baixistas que gravaram em estúdio, como gravavam e quais instrumentos usaram, com quais microfones e amplificadores, como chegavam os arranjos pra eles das mãos dos maestros e produtores, como eles pensavam para criar as linhas, em fim, tudo o que envolvia o universo da criação e execução das linhas de baixo. Se hoje em dia com todas as informações a um clik do mouse já é difícil criar e conceber com personalidade, imagine nas décadas passadas. No inicio dos anos 70 o baixo elétrico ainda marginalizado pelas gravadoras brasileiras era visto de forma pejorativa como instrumento de rockeiros, e sendo assim era pouco utilizado em produções consideradas importantes.
Os baixistas homenageados não serão apenas os que gravaram, serão também os sideman (músicos que acompanham os artistas), baixistas de baile, da noite e de todos os seguimentos possíveis.
OBS: Este blog não é apenas destinados aos baixistas brasileiros de ontem, vamos falar também dos baixistas hoje e porque não de amanhã. 
Conto com a colaboração de todos!

Cláudio Machado.